Live de lançamento da obra “A fúria de papéis espalhados” (ed.231)

Paiaiá em Quarenena, edição 231, 07/04/21. Lançamento virtual da obra “A fúria de papéis espalhados” (São Paulo: Scortecci, 1.ª edição, 2020, 176 páginas), que é uma coletânea de textos de não ficção — da área de Ciências Humanas e Filosofia — produzidos entre o final da década de 1990 e o ano 2004, quando Darlan Zurc atuava como crítico e era bastante influenciado pelo estilo ácido e enciclopédico do jornalista Paulo Francis (1930-1997), além de outros autores. A influência continua, mas ele deixou em segundo plano esse combate intelectual atroz. Os temas escolhidos na ocasião foram tratados com desembaraço e veemência — a exemplo dos artigos “Paulo Coelho vende mais porque é fresquinho” e “Três excrementos” —, mantendo o vigor ainda hoje. Parte do material saiu na mídia impressa. Outra parte foi produzida para a Internet. O restante circulou como panfleto no meio universitário ou é inédito. Entre os assuntos discutidos estão pós-modernismo, crítica, ideologia, cultura, modo de produção, mitologia (Prometeu), poesia, prosa, esquerda, direita, comunismo, socialismo, capitalismo, amor, universidade, etc. Entre os mencionados ou discutidos se encontram o próprio Paulo Coelho, Padre Vieira, Mariana Alcoforado, Karl Marx, Friedrich Engels, Max Weber, Thomas Hobbes, Jean-Jacques Rousseau, Ruy Barbosa, George Orwell, Cora Coralina, Hannah Arendt, Platão, Aristóteles, Ortega y Gasset, Vinicius de Moraes, Olavo de Carvalho e outros. Ademais, se até o apóstolo São João (séc. I d.C.) não esteve imune à fúria — nos escritos apocalípticos da “Bíblia” —, nenhum pobre mortal conseguirá ser mais do que ele. Zurc muito menos. *** Darlan Zurc é escritor, historiador, professor e quadrinista, formado em História e ex-bolsista de iniciação científica pela Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs), Bahia, com trabalho citado em mestrado de pesquisadora, autor de crônicas, poesias, histórias em quadrinhos e contos em várias antologias, um dos ganhadores do II Prêmio Literário Afeigraf 2020, colaborador das obras “Filosofia grega antiga” e “Feira de Santana e Ruy Barbosa” — ambas do professor Raimundo Gama — e ex-articulista freelancer da “Folha do Estado da Bahia”, do “Jornal Noite Dia”, da “Tribuna Feirense” (todos os três periódicos impressos também do município de Feira) e dos sites Agência Clesio.Net e Usina de Letras. Considerado pelo jornal “Folha de S. Paulo” como “muito crítico” e, segundo a rádio CBN paulistana, “ele escreve bonito”, foi editor assistente do jornal acadêmico “Ideação Magazine” — do Núcleo Interdisciplinar de Estudos e Pesquisas em Filosofia (NEF), da Uefs — e é diretor e roteirista do documentário “Fausto animado” (2019) e colunista cultural do programa online Paiaiá na Conectados, apresentado por Carlos Sílvio na Rádio Conectados, que pertence à Fundação Nossa Senhora Auxiliadora do Ipiranga (Funsai), em São Paulo (SP). *** Live transmitida simultaneamente pelo Instagram (https://www.instagram.com/cspaiaia) e pelo Facebook (https://www.facebook.com/darlanzurc) dia 7/4/2021, em Guarulhos (SP), com Carlos Sílvio, apresentador dos programas Paiaiá na Conectados (Rádio Conectados, da Funsai) e Paiaiá em Quarentena (Instagram). Pauta, produção, iluminação, fotografia e câmera: Carlos Sílvio.