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Paiaiá na Conectados, edição 105, com Osvaldinho da Cuíca(27/10/18)

Paiaiá na Conectados, edição 105, com Osvaldinho da Cuíca(27/10/18)

Osvaldinho da Cuíca Osvaldo Barro, Sambista, ritmista, passista, cantor e compositor, Osvaldinho da Cuíca é o autêntico representante de uma arte popular que transita entre a tradição e a contemporaneidade. Paulistano de Bom Retiro, nasceu em pleno Carnaval de 1940, ao som da bateria do Cordão Campos Elíseos. Um dos maiores representantes do samba paulista, ao longo de sua carreira, atuou em programas de rádio, televisão, gravações, shows e festivais, tocando com grandes artistas brasileiros, como: Nelson Gonçalves, Ângela Maria, Adoniran Barbosa, Geraldo Filme, Germano Mathias, Ismael Silva… Conquistou do importante título de “Embaixador Nato do Samba Paulista”, concedido pela União das Escolas de Samba Paulistanas (UESP).Foi eleito o primeiro “Cidadão Samba de São Paulo”, em 1974, no concurso promovido pela secretaria de turismo da cidade. No mesmo ano, gravou seu disco de estréia como intérprete, produzido por Marcus Pereira.Fundou a Ala de Compositores da Escola de Samba Vai-Vai em(1975) , deu a agremiação a sua primeira estrela com o samba de sua autoria “Na Arca de Noel quem entrou não saiu mais” ganhando o primeiro carnaval da escola em 1978.Produziu os primeiros LP’s de Samba-Enredo das cidades São Paulo, Santos, Guaratinguetá e São Luís do Maranhão. Em 1978, atuou no curta-metragem produzido por Thomas Farkas, sobre a história da cuíca.Apresentou-se no Japão com o maestro Nelson Ayres (1985), realizou turnê com a Cia. de Franco Fontana, apresentando-se na Itália, França e Principado de Mônaco(1987), tocou nos EUA ao lado de Amilson Godoy e Hermeto Paschoal (1989) e, recentemente, participou como convidado especial do Amsterdã Samba Meeting, na Holanda(1999). Em 2009 e com o escritor e jornalista André Domingues escreveu o livro Batuqueiros da Paulicéia contando a história do samba e da música em São Paulo. Em 1989, participou de duas experiências sinfônicas: a montagem de “Matogrosso” de Gerald Thomas, no Teatro Municipal de São Paulo e um concerto com a Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo, no Memorial da América Latina. No início da década de 90, participou de uma série de projetos de valorização do samba e da música popular brasileira. Em 1997, intensifica suas pesquisas sobre a memória do samba paulista, participando do roteiro e filmagens de um documentário sobre o sambista Geraldo Filme. Através de uma parceria com o CPC-UMES realizou, em 1999, a produção do primeiro CD “A História do Samba Paulista – I”, escrevendo e dirigindo o espetáculo teatro-musical de mesmo nome, apresentado no Teatro Denoy de Oliveira, em São Paulo.

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Carlos Silvio

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