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Category ArchiveOuvinte conectado

O retorno!

O último programa, ao vivo, foi no dia 09/11/19. Com o falecimento do meu pai, fui a Bahia para o último adeus. Cancelei entrevistas e assim o programa entrou em férias antes da data prevista. Não tinha condições emocionais para voltar ao ar, ao vivo. Desabei.
Cancelei viagem de férias e, também, cancelei as férias. Não sei ficar em casa por muito tempo sem fazer nada. Gosto de trabalhar. E gosto de tudo que faço.
Hoje, 01/02, quase 3 meses depois, voltei e estava tão ansioso como se fosse a primeira vez.
Lembrei de minha mãe que sempre ouvia o programa e do meu pai que nos deixou recentemente. Não teve como segurar a emoção no final.
Mas foi um dia muito feliz.
Ah, como é bom voltar a fazer o que amamos.
Paiaiá na Conectados, 2020.
Será um ano de grandes entrevistas!

Paiaiá na Conectados, 2020!

Sábado, 01/02, ao meio-dia, ao vivo, iniciando 2020 com música boa, o programa Paiaiá na Conectados recebe a cantora Mirianês Zabot.
Acesse: www.radiodconectados.com.br
WhatsApp: 011-20616257
#EuSouConectados #PaiaiáNaConectados #Músicaboa #MirianêsZabot

Marco Bianchi: ‘Humor & Jornalismo’ e ‘Português à Brasileira’

Marco Bianchi é humorista, apresentador de TV, roteirista, cronista do cotidiano e começa o ano de 2020 com duas palestras.

Bianchi iniciou sua carreira em 1991 na Rádio USP, depois, na antiga Rádio 89FM criou o grupo Os Sobrinhos do Ataíde (extinto em 1999), ao lado de Felipe Xavier e Paulo Bonfá. Em 1997, o trio apresentou o programa “Bola Fora”, na TV Bandeirantes. Entre 2003 e 2010, apresentou o programa Rockgol, na MTV Brasil, ao lado de Paulo Bonfá.

Considerado por muitos como um dos mais criativos e dono de um humor inteligente, Bianchi se incomoda com os diversos erros de português. O que levou a escrever o livro “Português à Brasileira”. Uma coleção de gafes reais, de autoria de celebridades e comunicadores.

1-“PORUGUÊS À BRASILEIRA”

Na apresentação denominada “Português à Brasileira”, o telespectador e pedestre Marco Bianchi expõe com irreverência o desprezo recorrente ao idioma nos diversos meios e canais de comunicação desta grande zona eleitoral que se convencionou chamar de Brasil.

2- “HUMOR & JORNALISMO”

Na apresentação denominada HUMOR & JORNALISMO, o telespectador e pedestre Marco Bianchi aborda a comunhão (na história da comunicação no Brasil) de dois campos relevantes que acabamos de mencionar, óbvio: HUMOR e JORNALISMO.

Marco também desenvolveu um projeto de uma atração humorística que explora o universo esportivo. É o Hora Bolas, no formato das tradicionais mesas-redondas, mas com muito humor desde a montagem dos cenários, a escolha dos convidados, a definição das pautas, até a caracterização dos apresentadores – o próprio Bianchi se transforma no âncora Marcoss Binaqui – e ainda nos diversos personagens, quadros e seções criados especialmente para o programa.

Bianchi se diz torcedor da Cabofriense e fala do revolucionário CT do clube, com sauna unissex, american bar e no Projeto “Libertadores 2150” (projeto que visa levar o time a Libertadores no ano referido), por exemplo.

Leve as palestras do telespectador e pedestre Marco Bianchi para sua empresa, seu evento esportivo, faculdades, centros esportivos, colégios, etc.

Contatos: marcobianchiprofissa@gmail.com

WhatsApp: (011) – 998796191 (Carlos Sílvio)

https://t.co/4OI116QGJN?amp=1

Site: http://www.marcobianchi.com.br/

https://www.facebook.com/marcobianchiprofissa/ 

Loyola Brandão, um Imortal no programa Paiaiá na Conectados

Confesso que quando comecei o programa Paiaiá na Conectados (17/05/17), não imaginaria entrevistar grandes personalidades. Mas as coisas foram andando e o trabalho, com muita seriedade, foi fluindo bem. De repente “surge” a oportunidade, e a honra de entrevistar um Imortal da Academia Brasileira de Letras, Ignácio de Loyola Brandão. Que honra!
E Sábado, 18/01, ao meio-dia, dando prosseguimento a nossa programação de férias, o programa Paiaiá na Conectados reprisa essa entrevista.
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Filho de um ferroviário, seu primeiro trabalho informal de jornalismo foi em uma crítica de cinema no jornal A Folha Ferroviária, em 1952 mas, desde pequeno, Loyola sonhava conquistar o mundo com sua literatura; se não, pelo menos voltar vitorioso para sua cidade natal. Sua carreira começou em 1965 com o lançamento de Depois do Sol, livro de contos no qual o autor já se mostrava um observador curioso da vida na cidade grande, bem como de seus personagens. Trabalhou como editor da Revista Planeta entre 1972 e 1976.

Dono de um “realismo feroz”, segundo Antonio Candido, seu romance Zero foi publicado inicialmente em tradução italiana. Quando saiu no Brasil, em 1975, foi proibido pela censura, que só o liberou em 1979. Além do italiano esse livro foi traduzido para o alemão, coreano, espanhol, húngaro e inglês.

Em 2005, virou cronista do jornal “O Estado de S. Paulo”. Em 2008, o romance O Menino que Vendia Palavras, publicado pela editora Objetiva, ganhou o Prêmio Jabuti de melhor livro de ficção do ano.[4] Em 2016 foi agraciado pela Academia Brasileira de Letras com o Prêmio Machado de Assis pelo conjunto de sua obra.

Em dezembro de 2010, foi agraciado com a comenda da Ordem do Ipiranga pelo Governo do Estado de São Paulo
Em março de 2019, foi eleito para a Academia Brasileira de Letras.

Programação de férias!

Dando prosseguimento a nossa programação de férias, o programa Paiaiá na Conectados reprisa, no próximo sábado, ao meio-dia, a entrevista com o jornalista Cláudio Junqueira, autor do livro “Esse Gato Ninguém Segura”
(editora Letras do Pensamento, 2018), sobre os quarenta e cinto anos do programa de rádio O Pulo do Gato (Rádio Bandeirantes de São Paulo).
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No próximo dia 15 de janeiro, às 19h, o livro #EsseGatoNinguémSegura receberá o Prêmio Desenvolvimento, criado pela revista Ideias da Sul (Zona Sul). O evento ocorrerá no Cetrasa – Museu de Santo Amaro, que fica na Avenida Professor Alceu Maynard Araújo, 32.

Claudio Junqueira é jornalista, mestre em Comunicação e Cultura Midiática pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), integrante do grupo de pesquisa Mídia, Cultura e Memória do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e foi professor de pós-
graduação da Faculdade do Povo (FAPSP) na disciplina Imagem, Opinião Pública, Eventos e Gerenciamento de Crise. Participou de dezenas de prêmios de jornalismo, sendo finalista em onze — incluindo dois internacionais — e
conquistando quatro. No momento é gestor da Assessoria de Comunicação Institucional da PUC-SP.

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