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Bill Hinchberger:“the paiaiá program is the best in brazil podcast”.

A Pandemia no Novo Coronavírus alterou a rotina de muitas coisas, de muita gente.

O programa Paiaiá na Conectados, que vai ao ar todos os sábados, às 12h, na Rádio Conectados, também teve sua rotina alterada. Dia 14 de março, quando entrevistei o maestro Júlio Medaglia, foi a última entrevista nos estúdios da rádio.

Duas semanas depois, em conversa com o escritor Darlan Zurc(um grande amigo e parceiro de todos os momentos) falei que iria realizar as entrevistas através das lives no Instagram. Ele falou: “eu me comprometo a fazer as artes e a edição dos vídeos para o Youtube”. Foi assim que começou o Paiaiá em Quarentena.

Em ritmo frenético, fui em busca de entrevistados, elaborei pautas, roteiros e realizei 214 entrevistas pelo Instagram (confira todas as entrevistas no canal do Youtube ‘Paiaiá na Conectados’).

Mas ninguém faz nada só. Além do importante apoio de Darlan Zurc, na produção e indicação, tenho muito a gradecer a pessoas maravilhosas como os jornalistas Júlio Ottoboni, de São José dos Campos, SP. Peça fundamental nesse projeto. Os também jornalistas (americanos) Charles Perrone e Bill Hinchinberg, que direto de Paris, fez excelentes indicações. Bill, em conversas por telefone, me orientava, me dava dicas e certa vez disse: “the paiaiá program is the best in brazil podcast”. Que honra ouvir isso de um profissional com trabalhos jornalísticos em mais de 40 países.

Passaram pelo do perfil @cspaiaia profissionais das mais diversas áreas. A saber: cantores (as), compositores(as), cordelistas, poetas, roqueiros, forrozeiros, intérpretes, covers, repentistas, cordelistas, instrumentistas, escritores(as), atores, atrizes, ventríloquos, ator bonequeiros, artistas plásticos, políticos, atletas e ex-atletas(futebol, basquete, baseball), médicos, psicólogos, dentista, psiquiatra, infectologista, cientista, hipnólogo, jornalistas, radialistas, apresentadores de tv, narradores, locutores, ambientalistas, diretor de tv, coach, advogados, humoristas, filósofos, professores, engenheiro agrônomo, secretário de Saúde, secretária de Educação, candidatos a cargos políticos, empresários, sociólogos, imitadores.

Entrevistei grandes personalidades internacionais, como: americanos, russo, moçambicano, angolano e cabo-verdiano.

O programa Paiaiá foi do Oiapoque ao Chuí e mais além. Nos conectamos com pessoas das mais diversas cidades.

A saber: São Paulo(capital), Guarulhos-SP, Recife-PE, Piracicaba-SP, povoado Paiaiá, Nova Soure-BA, povoado Paiaiá) Jaraguá-GO, Lauro de Freitas-BA, Brasília- DF, Cipó-BA, Utinga-BA, Maceió-AL, Americana-SP, Rio de Janeiro(capital), Sete Lagoas-MG, Atalaia-AL, Teresina-PI, Fortaleza-CE, São Luis do Maranhão, Santo André-SP, Barreiras-BA, Camaçari-BA, Aracajú-SE, Olindina-BA, Monte Santo-BA, Salvador-BA, Conceição do Coité-BA, São José dos Campos-SP, Feira de Santana-BA, Manaus-AM, Quixeré-CE, Florianópolis-SC, Campina Grande-PB, Cruz das Almas-BA, Olinda-PE, Embu-Guaçú-SP, Alagoinhas-BA, Petrolina-PE, Belo Horizonte-MG, Itamira-BA, Rio Claro-SP, Indaial-SC, Chuí-R.S., Cabo Frio-RJ, Niterói-RJ, Vitória da Conquista-BA, Maringá-PR, São José dos Campos-SP, Barueri-SP, Guararema-SP, Mogi das Cruzes-SP, Diadema-SP, Santo André-SP; Ilhéus-BA, Nova Floresta-PB, Porto Alegre-RS, Suzano-SP, Guarujá-SP, Itapecirica da Serra-SP, João Pessoa-PB, Marília-SP, Serra do Mar-RJ, Jacareí-SP, Brasília-DF, Cuiabá-MT, Indaiatuba-SP, Pelotas-RS. Cidades brasileiras.

Como disse, personalidades internacionais, de diversas cidades internacionais, também passaram pelo nosso programa. Cidades americanas: Santa Cruz (Califórnia), Boca Ratón (Flórida), Nova York, Dakota e Manhatan. Praia (Cabo Verde), Paris (França), Maputo (Moçambique), Lubango (Angola).

A arte de entrevistar é sim uma arte de aprender. E o aprendizado ao realizar uma entrevista é imensurável. Entrevistar é estudar, é ser estudado, é respeitar o entrevistado e, acima de tudo, quem te assiste.

Confesso que não consigo medir o gigantesco aprendizado que tive nesse período de Pandemia. Pandemia produtiva?

Muito obrigado a todos que aceitaram participar desse projeto. Muito obrigado a todos que tirou um tempinho para acompanhar.

Obrigado Darlan Zurc, pela parceria, produção e amizade.

O fim de ano se aproxima e faremos uma curta parada. Não me sinto cansado. Não canso quando faço o que amo. Apenas irei renovar minhas energias.

Voltaremos com tudo em 2021.

Irei (preciso) fazer uma viagem até o Paiaiá. Será a viagem mais difícil que farei até ao Paiaiá. Não pela distância do caminho. Mas pelo vazio da chegada…

Tudo estará diferente e eu preciso de forças. Preciso ser forte.

Um feliz 2021 para todos!

EXCLUSIVO: “professor merece uma melancia no pescoço!”

Professor é alguém que faz repensar o lugar de todos nós no mundo.

Professor, eu o admiro profundamente e tenho uma grande estima pela sua pessoa e profissão.

Não posso deixar de citar professores queridos, que tive no Paiaiá, Nova Soure, BA: Edilzete, Márcia, Mércia, Ilma (querida), Idelma, Evani Cruz, dra. Kátia; Jiovan Matos, Valfredo, Eugênio, etc. Perdão se no momento esqueci alguns nomes.

Pessoas importantes na minha vida. Recebam meu abraço.

Mas, em Nova Soure, nem sempre os professores tiveram o carinho e respeito que merecem. Claro que o professor, assim como todos, tem direitos tem deveres.

Em Nova Soure há professores que foram punidos, por reividicar seus direitos, impedidos de exercer a sua profissão, vilipendiados, motivos de chacota.

Essa informação foi confirmada pelo presidente da APLB, José Domingos, em live com Igor Barreto, ao responder uma pergunta feita por mim. “Sim, já houve professores punidos. Eu mesmo fui impedido de entrar na escola em que eu dava aula”, afirmou José Domingos (link).

Tudo ocorreu por que, na época do então prefeito José Arivaldo Ferreira Soares, conhecido como Ari, os professores estavam reivindicando o aumento anual de 11,3% que o prefeito não repassou e não aceitava conversar com a classe.

Houve greve, paralisação e Justiça.

Segundo os professores, com os quais eu conversei, relataram que houve greve, protestos e após 14 dias “Ari resolveu não só resolveu repassar o aumento mas, de forma estranha (Lei de Responsabilidade Fiscal), conceder um aumento de 15,6%. Muito acima do que, nós professores, reivindicávamos”.

“Em 2011, terceiro ano do seu primeiro mandato, já havia muita insatisfação dos professores e nós começamos, de forma ferrenha, a exigir nossos direitos”, afirma o professor.

Os professores são categóricos em afirmar que o então gestor (Ari), era truculento, não havia diálogo com ele e não aceitava conversar com a APLB.

Segundo o professor, nas vezes em que participou das reuniões para discutir esse assunto, foram duas vezes apenas, ele não deixava o professor falar: “era tapa na mesa, gritos, etc”.

Após os professores ganharem uma ação na Justiça, ele proibiu que os professores esboçassem qualquer comemoração.

“Eu fui punido, fiquei em casa por trinta dias. Fui proibido de exercer minha profissão”, confirma um professor.

Os professores também confirmam a chacota vinda do ex-gestor de que “professor merece colocar uma melancia no pescoço”.

              (imagem de internet)

Os tempos vividos pelos professores em Nova Soure foram sombrios. Beirando ao autoritarismo Corenelista.

O mais irônico de tudo isso é que em tempos de campanha eleitoral, como temos uma memória curta, as redes sociais estão cheia de “feliz dia do professor” vinda de quem  os caçoaram.

Dizer que os professores merecem reconhecimento e carinho, é um clichê. Mas é um fato.

Feliz Dia do Professor.

Obs.: o espaço aqui (site) está aberto para que os citados no texto, exerçam seu direito de resposta.

Texto: Carlos Sílvio

 

EXCLUSIVO: “o ex-prefeito Ari não pagou consignado e sujou meu nome”, afirma morador

“Apesar de os valores estarem sendo descontado em folha, o dinheiro não estava chegando a instituição bancária”, afirma morador.

Empréstimo consignado é uma modalidade de crédito com possibilidade de pagamento por meio de desconto diretamente no benefício previdenciário.

Em Nova Soure, esses empréstimos, feito por servidores na gestão de José Arivaldo Ferreira Soares, conhecido como Ari (2008/2016), está causando dor de cabeça para muitos.

Outra garantia é de que os bancos e financeiras receberão as parcelas em dia, o que traz menos riscos e permite que os bancos cobrem juros menores do que cobrariam em um empréstimo pessoal. O que não ocorreu em Nova Soure, segundo informações.

Se há algo que o cidadão luta para manter limpo é o seu nome. É uma questão de honra, dignidade.

As consequências de ter seu nome na lista de devedores, além da vergonha pessoal, cartas de cobrança, também o impede de ter crédito na praça.

Eu, Carlos Sílvio, recebi um print de uma mensagem em que um morador de Nova Soure, Bahia, que comprova o sofrimento e o constrangimento ao pedir ajuda a um vereador para sanar sua dívida.

Segundo informações, na gestão de José Arivaldo, a prefeitura não repassava o dinheiro do empréstimos consignados.

Na mensagem, encaminhada ao vereador, o morador afirma: “olha, na gestão de Ari (José Arivaldo Ferreira Soares) eu fiz um empréstimo consignado, que vinha sendo descontado no contracheque”. Porém, a prefeitura não repassava o valor ao banco.

“Eu recebi uma ligação, para fazer um acordo, porque minha dívida já está em R$ 4.000,00 (quatro mil reais)”, afirma. “Se eu pagar o acordo até setembro, quito a dívida por R$ 550,00”, diz a pessoa endividada.

Na mensagem em que pede ajuda ou que interceda ao prefeito para que lhe ajude. Ela afirma que com o que ganha não consegue pagar, porque “o meu salário é só para mercado e comprar remédios”.

Eu conversei com uma outra pessoa do município que me informou que essa situação aconteceu com muita gente. “A Prefeitura de Nova Soure, na gestão de José Arivaldo Ferreira Soares, sujou o nome de muita gente, ao não repassar o dinheiro dos consignados”, afirmou um outro morador de Nova Soure.

O espaço AQUI está aberto para quaisquer manifestação do citado.

Texto: Carlos Sílvio, radialista.

 

 

 

Jorge Araújo: “A Folha de São Paulo cometeu estelionato”

O jornal Folha de S. Paulo recentemente lançou a campanha “#UseAmarelo pela Democracia”.

O Jornal busca inspiração no papel histórico das Diretas Já, para resgatar a cor amarela como símbolo da democracia. No entanto, cometeu um erro grave ao alterar a cor original (branco para amarelo) da foto que virou símbolo das Diretas (foto com a pomba), sem a autorização do autor, o fotógrafo baiano Jorge Araújo.

Num primeiro momento, não deixa de ser irônico o fato de o Grupo Folha, que apoiou o golpe de 1964 e compactuou com o regime militar.

Carlos Sílvio, do programa Paiaiá na Conectados, conversor com Jorge Araújo: “a gente ainda é obrigado a ver essas coisas quando se fala em Democracia”, disse Jorge.

Irritado, ele é enfático ao dizer que foi um “absurdo o que fizeram com uma obra de 40 anos, sem autorização do autor. Isso é crime”.

“Eles alteraram as duas fotos”, afirmou Jorge que disse que irá tomar as providências jurídicas.

As imagens foram divulgadas em horário nobre e nas redes sociais.

“Não é só isso. Há pouco tempo eles pegaram e venderam uma outra foto, sem minha autorização, para uma página de publicidade e não me repassaram minha parte. Isso é estelionato”, afirmou Jorge.

 

Érico San Juan entrevista Carlos Sílvio

Érico San Juan é cartunista e radialista da cidade de Piracicaba, SP. Eu, Carlos Sílvio, tive a honra de ser entrevistado por ele em sua live no Instagram, em 15/07/2020.

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