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Caju e Castanha, recado especial

Recado especial da dupla de emboladores, Caju e Castanha. Grato, cabras bons!

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LANÇAMENTO: A fúria de papéis espalhados, livro do escritor Darlan Zurc

Depois de uma longa gestação, quarta-feira (07/04/21), foi lançado A FÚRIA DE PAPÉIS ESPALHADOS (editora Scortecci) livro de Zurc.

Nascido no povoado da Melancia, Nova Soure, BA, Zurc sempre foi um exímio autor de bons textos. Mas, antes e tudo, um leitor de bons textos.

O leitor já se prenderá à leitura já na apresentação. Os agradecimentos são emocionantes e recheados de pontos históricos.Depois de participar de várias antologias, faltava a ele o seu livro. Seu filho. Ao leitor, faltava-lhes saciar a sede por uma obra rica, literalmente falando, do intelectual da Melancia .

Eu acompanhei de perto a gestação do livro. Ansioso, não foi poucas as vezes em que disse ao escritor da necessidade de ter seu livro na praça.

De perfeccionismo extremo, Zurc virou noites sem dormir para não deixar passar nada sem seu olhar apurado. “O livro está pronto, mas precisei mandar para a editora de novo, porque havia uma frase que faltava uma vírgula”, disse-me ele certo dia.

Segundo Zurc, ” tudo na vida é uma construção histórica. A verdade é apenas um instrumento ideológico e as bases materiais são a condição definidora da existência”.

O inquieto escritor nos mostra mais questionamentos do que respostas. Afinal, triste aquele que só busca respostas. Idolatrar a dúvida é uma dádiva

Ler Zurc é se deliciar com o que há de mais belo, em tempos escassos de grandes escritores.

O livro é cativante pela obra de arte da capa. O livro de Zurc é uma obra (realista) de arte.

Zurc é uma das pessoas mais inteligentes que conheço.

Tenho certeza que vai gostar do livro.

Já disponível na www.amazon.com.br 

Adquira o livro para você e para aquela pessoa que você gosta.

Em breve estará disponível no site do escritor: www.darlanzurc.com

Instagram do escritor: @darlanzurc  

Entre e contato com o escritor e garanta seu livro.

Música inédita de Vander Lee “A vida não são flores” tem lançamento digital em 03 de março

A canção inédita “A vida não são flores”, de Vander Lee será lançada em 3 de março de 2021, quando o cantor e compositor completaria 55 anos. A família escolheu a data para abrir o arquivo de inéditas e, aos poucos, trazer à tona letras, poesias, imagens que integram o rico acervo de sua vida musical.

O mineiro Vander Lee, que faleceu em 5 de agosto de 2016, deixou um legado musical extenso, além de uma legião de fãs apaixonados por seus versos sensíveis, românticos e  bem-humorados. Em estúdio profissional ou caseiro, o músico tinha o costume de registrar suas canções no formato voz e violão, organizando assim a sua produção musical. A vida não são flores, composta entre 2000/2001, que agora terá seu lançamento ao público é um desses registros que permaneceram guardados ao longo desses anos.

A base do single é a voz e o violão de Vander Lee, com intervenções na gravação original. A produção musical da faixa é de Felipe Fantoni, a mixagem de Walter Costa, masterização de Leonardo Nakabayashi (Shina). Éneias Xavier, produtor dos dois últimos álbuns de Vander Lee, assina o arranjo de cordas e gravou piano elétrico e teclados; Felipe Fantoni fez o baixo e programações; Richard Neves  mellotron e teclado e Helton Lima, bateria.

A vida não são flores será lançada em todas as plataformas e sai acompanhada de um lyric vídeo, criação e animação de Guili Seara, a partir de manuscrito original da letra, fotos, colagens e imagens de arquivo.

A iniciativa de lançar o single é da cantora e compositora Regina Souza, que administra o Acervo Vander Lee e a Balaio Produções (produtora e selo criados pelo artista), juntamente com os filhos do compositor, Lucas Catarina, Laura Catarina e Clara Catarina.

A produção conta ainda com a parceria da cantora e produtora Rossana Decelso (selo Backing Stars), empresária de Vander Lee em seus 4 últimos anos de vida e que além de amiga e conselheira ao longo de sua carreira, foi responsável por apresentar seu trabalho para Elza Soares, que viria a se tornar madrinha musical do artista.

Regina e Rossana trabalharam juntas no lançamento do DVD e CD póstumo Vander Lee 20 Anos, e agora repetem a parceria na produção e lançamento do novo single. As duas também estão produzindo um tributo com 12 canções de Vander Lee, interpretadas por Chico César, Maurício Tizumba, Paulinho Moska e Zeca Baleiro, artistas que participaram do show de lançamento póstumo do DVD 20 anos, apresentado em Belo Horizonte e São Paulo entre 2017 e 2018. O disco terá uma faixa bônus com participação de Marcos Catarina, cantor e compositor, irmão de Vander Lee.

Outros dois projetos irão somar-se às comemorações dos 55 anos de Vander Lee: o álbum Canta Vander Lee da cantora e compositora Laura Catarina, interpretando canções do pai, com produção da própria artista, e um concerto da Orquestra Ouro Preto, interpretando o álbum “No balanço do balaio”, o segundo disco de carreira de Vander Lee, na íntegra, com direção do maestro Rodrigo Toffolo e participações de Laura Catarina e Marcos Catarina.

Ficha técnica faixa A vida não são flores

Curadoria e coordenação de produção: Regina Souza

Planejamento e produção: Regina Souza e Rossana Decelso

Consultoria: Clara Catarina, Laura Catarina e Lucas Catarina

Redes sociais e divulgação: Balaio Produções

Produção musical: Felipe Fantoni

Arranjos de cordas: Enéias Xavier

Músicos: Enéias Xavier, Felipe Fantoni, Helton Lima, Richard Neves

Mixagem: Walter Costa – Estudio Focal Point, Teresópolis/RJ

Masterização: Leonardo Nakabayashi (Shina) – Estúdio Banzai!/SP

Gravado em Belo Horizonte nos estúdios Leve Music (Felipe Fantoni) e Usina Estúdio (Enéias Xavier), em janeiro/fevereiro de 2021

Design gráfico da capa, das redes sociais e lyric video: Guili Seara

Foto da capa: Miguel Aun

Assessoria de Imprensa: Fábio Gomides – A Dupla Informação

Realização: Balaio Produções e Backing Stars

Lançamento: Balaio/OneRpm

 

Letra A vida não são flores (Vander Lee)

Todo mundo quer fazer sucesso

Mas ninguém quer pagar o preço

Todo mundo quer o faz de conta

Mas quem vai pagar a conta

 

Todo mundo quer o impossível

Mas alguém tem que correr perigo

Todo mundo quer beber comigo

Mas quem vai me levantar quando eu cair

 

A vida não são flores baby

A vida são dores também

A vida não são flores baby

A vida são dores também

 

Pra toda delícia, há censura

Pra toda entrada, há saída

Pra toda razão, há loucura

Pra todo peso, há medida

 

Todo mundo quer dormir juntinho

Mas ninguém quer acordar com o ronco

Todo mundo quer comer o fruto

Mas ninguém quer subir no tronco

 

Todo mundo quer viver de amor

Mas ninguém quer o sacrifício

Todo mundo cobra (quer) o meu sorriso

Mas quem vai estar por perto quando a dor chegar

 

A vida não são flores baby

A vida são dores também

A vida não são só flores baby

São dores também

 

Pra toda delícia, há censura

Pra toda entrada, há saída

Pra toda razão, há loucura

Pra todo peso, há medida

 

Sobre Vander Lee

 Compositor dos mais inspirados, Vander Lee criou uma obra importante para a música brasileira. Chamado carinhosamente de “poeta” por seus fãs, em referência a uma de suas mais belas canções, Alma nua, o artista ficou conhecido por seu repertório de baladas como Esperando Aviões, Onde Deus Possa me Ouvir e Românticos, sambas bem-humorados como Galo e CruzeiroA baiana cover e canções que retratam a alma e o povo brasileiro como Do Brasil e Estrela. Com seu olhar poético e original, transformou o cotidiano em melodias que entraram para a história da música brasileira.

Museu do Futebol veste máscara em “Pelé” para conscientizar visitantes

Ideia surgiu para convencer o público a usar a máscara em todos os momentos da visita – inclusive na hora de fazer selfies no Museu

Uma grande escultura do maior atleta do século dá as boas-vindas aos visitantes que chegam ao Museu do Futebol para a exposição Pelé 80 – O Rei do Futebol. A partir desta semana, a cenografia ganhou uma novidade: o Rei vai usar uma máscara de tecido, como forma de conscientizar os visitantes a manterem a proteção no rosto em todos os momentos do passeio – inclusive para tirar selfies. Localizado no Estádio do Pacaembu, o Museu do Futebol é uma instituição da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo do Estado de São Paulo.

Desde que reabriu, em outubro de 2020, o Museu do Futebol vem adotando uma série de medidas para que o passeio seja seguro para todos: redução da capacidade de público, venda de ingresso com hora marcada, uso obrigatório de máscara, medição de temperatura de visitantes e funcionários na entrada, sinalização para distanciamento social e adaptação de todas as experiências interativas para funcionarem conectadas ao celular do público, evitando toque nos equipamentos do Museu. Com isso, 97% dos visitantes se sentiram muito seguros ou seguros durante a vista, segundo pesquisa de satisfação.

Porém, tem um momento em que a prevenção fica prejudicada: a hora de fazer autorretratos no Museu – as famosas selfies. “Os visitantes sempre alegam que é ‘só um minutinho’ para fazer a foto. Mas, pensem nos nossos funcionários: para eles, são vários minutinhos por dia, com várias pessoas diferentes. Por isso a equipe teve a ideia de vestir uma máscara na escultura de Pelé. Se ele vai aparecer com máscara na foto, nada mais lógico que o visitante também use a sua”, diz Renata Motta, diretora executiva do IDBrasil, organização social de cultura que gerencia o Museu do Futebol.

O uso de máscaras é obrigatório em espaços públicos em todo o Estado de São Paulo desde maio de 2020 e enquanto durar a quarentena, segundo o decreto estadual nº 64.959. Cidadãos que descumprem a medida podem pagar multa de R$ 524,59. Saiba mais sobre o uso de máscaras na página especial do Governo de São Paulo: https://www.saopaulo.sp.gov.br/coronavirus/mascaras/


PARCEIROS
A exposição Pelé 80 – O Rei do Futebol tem o patrocínio do Itaú Unibanco, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Também são parceiros da exposição Pelé 80 – O Rei do Futebol: Fundação Pelé, UOL Esporte Clube, Getty Images, Estadão Conteúdo, Agência O Globo, Prefeitura de Santos, Museu Pelé, Santos Futebol Clube e a concessionária Allegra Pacaembu.

A exposição em homenagem aos 80 anos do Rei fica em cartaz até 15 de abril.

A Temporada 2021 do Museu do Futebol tem o patrocínio do Aché Laboratórios Farmacêuticos, que também patrocina o projeto “Museu Amigo do Idoso”. Tem como apoiadores: Sportv/Globo, EMS Farmacêutica e TIVIT. São suas empresas parceiras Evonik e Pinheiro Neto Advogados. A Rádio CBN, UOL, Revista Piauí, Gazeta Esportiva e Guia da Semana são seus parceiros de mídia. O Museu do Futebol conta com as Leis Federais de Incentivo à Cultura e ao Esporte, e com o PRO-MAC, da Prefeitura de São Paulo. 


SERVIÇO
Estádio do Pacaembu – Praça Charles Miller, s/n, São Paulo
De terça a domingo, das 10h às 19h
Ingressos: www.museudofutebol.org.br/ingressos

Acesso exclusivamente mediante compra antecipada de ingresso com horário marcado – mais informações em www.museudofutebol.org.br. 

Pelé 80 – O Rei do Futebol + Exposição principal
De 15 de outubro de 2020 a 15 de abril de 2021
R$ 20,00 Inteira | R$ 10,00 Meia 

Só exposição principal (ingresso promocional)
R$ 10,00 (inteira) | R$ 5,00 (meia)

Crianças até 6 anos não pagam.
Entrada gratuita para todos às terças-feiras (é obrigatória a emissão antecipada de ingresso pelo site). 

 

MAIS INFORMAÇÕES PARA A IMPRENSA
Museu do Futebol – Comunicação

Olga Bagatini | olga.bagatini@idbr.org.br – 11 98154 0397
Renata Beltrão | renata.beltrao@idbr.org.br  11 99267 5447  

Helvídio Mattos, O Repórter!

Hoje, 16 de fevereiro é o Dia do Repórter.
Na minha infância, no Paiaiá, não assistir TV. Morava na roça. Em janeiro de 1999, quando chego em Sampa, ia frequentemente visitar os três irmãos do Paiaiá (Rui, Uilton e Sílvio Prado), antes de dividir o mesmo teto com eles, aqui já bem instalados e com tv por assinatura.
Os canais de esportes sempre foram prioridades, na casa deles. Era futebol 24 horas.
Assistíamos muito os canais ESPN e as reportagens de Helvídio Mattos me chamavam atenção. Havia ali um jeito peculiar naquelas reportagens. Helvídio sempre enxergou além do óbvio. Capturou os detalhes “escondidos”.
Suas reportagens sempre serviram para mim como referência de uma boa reportagem. O seu jeito de transmitir a mensagem de forma clara e cativante. Despertava em mim ali um até então amor pela comunicação.
Dono de um currículo invejável, o jornalista trabalhou como revisor, repórter e editor em grandes veículos de comunicação, tais como: revista 2 Rodas, Jornal da Tarde, TV Tupi, TV Cultura, Diário Popular, TV Manchete, TV Globo, TV Cultura e Espn; cobriu 3 edições de Jogos Pan-americanos, 6 edições da Copa Africana de Nações, 6 Olimpíadas, 7 Copas do Mundo. Também, em parceria com Paulo Escobar, escreveu o livro “20 Sonhos e Rua e uma história de amor”.
O que eu não imaginaria era que um dia teria a honra de conhecer pessoalmente. De entrevistar, não imaginava, até porque não passava pela minha cabeça que um dia trabalharia em um veículo de comunicação, apesar do sonho.
Após uma entrevista no programa Paiaiá na Conectados(Rádio Conectados) e um almoço na casa do também jornalista Assis Ângelo, surgiu a ideia de criarmos um programa no Youtube.
Sair dali imaginando que eu poderia estar sonhando. Que honra estar ao lado de dois mestres. Uma honra participar de um programa ao lado de Helvídio Mattos, a referência, que apenas conhecia através da tv.
Além de ser uma referência como jornalista/repórter, Helvídio é um ser humano exemplar.
Parabéns

a todos os repórteres. Tenho certeza que muitos de vocês têm Helvídio como referência.

Obrigado, Helvídio Mattos!
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