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Assis Ângelo

Assis Ângelo (http://assisangelo.blogspot.com.br)

Jornalista e estudioso da cultura popular, acumula vasta experiência nos principais jornais do país e também na imprensa alternativa. Eclético, participou de várias coletâneas musicais e de filmes.

Assis Ângelo é paraibano de João Pessoa (1952). Iniciou a carreira profissional no jornal “O Norte”, no final dos anos 1960. Foi colunista e repórter dos jornais “A União” e “Correio da Paraíba”. Em meados dos anos 1970, editou o “Diário do Agreste”, em Caruaru (PE). Em 1976, mudou-se para a capital paulista e, a partir do ano seguinte, trabalhou nos jornais “Folha de S. Paulo”, “Diário Popular” e “O Estado de S. Paulo”.

Nesse último, ocupou a chefia da editoria de política, em 1987. Integrou os quadros das TVs Abril/Vídeo, Manchete e Globo. Foi correspondente, em São Paulo, do “Jornal de Brasília” e colaborador de inúmeras publicações brasileiras, entre as quais “O Pasquim” e a “Tribuna da Imprensa”, do Rio de Janeiro, “Movimento”, de São Paulo, e “Coojornal”, de Porto Alegre. Também foi colunista da Agência Estado e um dos criadores da Agência Brasileira de Reportagens (ABR).

Produziu e apresentou pela Rádio Capital o programa São Paulo Capital Nordeste, que se tornou líder de audiência e referência nacional por mais de seis anos. Em 1998 foi agraciado com o título de cidadão paulistano pela Câmara Municipal de São Paulo.

Participou do longa-metragem franco-brasileiro “Saudade do futuro, de César Paes e Marie-Clémence, premiado na Europa e nos Estados Unidos. Esse filme foi baseado em um dos seus livros, “A presença dos cordelistas e cantadores repentistas em São Paulo”.

Em 2000 lançou o CD “Assis Ângelo Interpreta Poetas Brasileiros”, ao lado de Zé Ramalho, Elba Ramalho, Jackson Antunes, Oswaldinho da Cuíca, Aleh Ferreira, Toninho Carrasqueira, Rodrigo Mattos e Ney Couteiro, entre outros artistas. Em 2004 foi lançado um DVD com o curta-metragem “Boi”, de Edu Felistoque e Nereu Cerdeira, com texto e narração de sua autoria. Como consultor, participou de várias coletâneas musicais (LPs e CDs) e do filme “Pelé eterno, de Aníbal Massaini, em 2004.

Foi o autor dos textos da coleção Som da Terra, com 27 títulos sobre música caipira, da gravadora Warner/Continental, em 1994. Chefiou o departamento de imprensa da Companhia do Metropolitano de São Paulo (Metrô) e respondeu durante dois anos pela assessoria especial da presidência da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), período em que promoveu dezenas de atividades culturais relacionadas à cultura popular, incluindo a literatura de cordel e a cantoria de improviso ao som de violas nordestinas.

Integrou a mesa de jurados de festival de repentistas em São Caetano (SP), em 1989. Organizou e presidiu a mesa de jurados do 1.º Festival de Repentistas da Rádio Atual, levando nomes da importância do compositor paulistano Paulo Vanzolini e do poeta Mário Chamie. Esse festival resultou em um LP, em 1989. Participou como jurado também de um grande encontro de cultura popular em Mauá (SP), na Grande São Paulo, em 1990.

Lançou o livro “A presença dos cordelistas e cantadores repentistas em São Paulo”, em 1996. Escreveu textos e lançou a série de CDs O que É… Repentismo, em três volumes, da coleção Primeiros Acordes, pe, la gravadora Copacabana em 1996.

Coordenou e presidiu a comissão julgadora do mais importante festival de poetas repentistas do Brasil (por seu tamanho, formato e repercussão), com classificatórias no Teatro da CPC/Umes, em São Paulo, cuja final ocorreu no Memorial da América Latina e resultou em três CDs, um duplo e um simples, em 1997. O 2.º Festival Paulista de Repente da CPC/Umes lhe foi dedicado, em 1999.

Idealizou e realizou o 1.º Concurso Paulista de Literatura de Cordel, que resultou na distribuição de 200 mil folhetos nas escolas públicas do estado em 2001. Também idealizou e realizou o 2.º Concurso Paulista de Literatura de Cordel, igualmente com distribuição gratuita de 210 mil folhetos na rede pública de ensino do estado em 2003. Apresentou o programa Tão Brasil pela AllTV, a primeira tevê pela Internet do país, entre 2005 e 2007. E assinou uma coluna diária no portal MusicNews entre 2007 e 2008. Foi contemplado em dois editais da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo e do Banco do Nordeste (BNB), que resultaram em dois CDs em 2008.

Foi curador de um projeto sobre o ano de 1968, que incluiu uma exposição e um ciclo de debates no Centro Cultural do Banco do Nordeste (BMB), em Fortaleza, ao lado dos cantores, compositores e instrumentistas Sérgio Ricardo e Théo de Barros e do jornalista José Hamilton Ribeiro, no ano de 2008.

Também respondeu pela curadoria do projeto realizado na Casa das Rosas e no Metrô (estação Paraíso) em homenagem ao centenário do poeta Patativa do Assaré, que gerou o audiolivro “O poeta e o jornalista”, em parceria com a Universidade Falada e a editora Hedra, em 2009. É membro do conselho editorial do jornal “Unidade”, do Sindicato dos Jornalistas no Estado de São Paulo, ao qual é filiado desde 1977. Tem sido jurado de importantes prêmios jornalísticos, como o Vladimir Herzog.

Darlan Zurc

Darlan Zurc é escritor, historiador, professor e um dos autores de “A imaginação é um abismo” (Carapaça, 2016), “Baladas medievais” (Andross, 2017), entre outras antologias. Considerado pelo jornal “Folha de S. Paulo” como “muito crítico” e, segundo a rádio CBN paulista, “ele escreve bonito”. Colaborador tanto da obra “Feira de Santana e Ruy Barbosa” quanto de “Filosofia grega antiga” (as duas do Prof. Raimundo Gama), foi articulista da “Folha do Estado da Bahia” e colunista freelancer da “Tribuna Feirense”, ambos os jornais de Feira de Santana, município baiano, e é um dos produtores associados do documentário “Bonifácio, o fundador do Brasil” (2018), dirigido por Mauro Ventura. Site: www.darlanzurc.com.

 

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