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Jornalista Patrick Santos lança o documentário “Pausa: o intervalo do mundo”

Raul Seixas é um artista atemporal. Prova disso é a canção Um Dia Que a Terra Parou, lançada em 1977, escrita em parceria com o compositor Cláudio Roberto.

Patrick Santos, jornalista e escritor, será sempre atemporal.

Raul não poderia imaginar que um dia, uma Pandemia (Novo Coronavírus) nos colocaria em situação tal qual a que ele anteviu na música:

“O empregado não saiu pro seu trabalho
Pois sabia que o patrão também não tava lá
Dona de casa não saiu pra comprar pão
Pois sabia que o padeiro também não tava lá”

Mas o que Raul Seixas tem a ver com o jornalista Patrick Santos (Jovem Pan)?

Dois anos antes da Pandemia da Covid-19, Patrick sentiu que era hora de refletir e tirou um ano sabático. Teria ele, assim como Rauzito, “sentido” que o mundo pararia logo em seguida?

Patrick anteviu que o mundo pararia um pouco, também?

Depois de 24 anos, no auge de sua carreira profissional, com cargo de chefia de jornalismo em uma das maiores emissoras de rádio do Brasil, Patrick resolveu pausar sua rotina.Nessa pausa ele escreveu o livro 45 do Primeiro Tempo. Livro reflexivo. Auto reflexivo.

Na última sexta-feria (04/02), ele lançou ” Pausa: o intervalo do mundo”(link abaixo), uma produção da Drover Filmes e Panflix, nos canais da Panflix.

“Pausa” nos alerta para o fato de termos o cuidado necessário para com o tempo e seus obstáculos. “Pausa” nos pede paciência. Que o tempo pode um dia, talvez, não ter mais, mutuamente, no pensamento uma imagem do outro, que anos passaram e não lembramos sequer de que o amor existiu; que cruzamos ruas sem qualquer estremecimento, como dois desconhecidos.

Miguel Torga dizia: “Fui ver a casa onde passei um dos anos cruciais da minha vida de menino. E nem as portas, nem as janelas, nem o panorama em frente me disseram nada. Tinha cá dentro, é certo, uma nebulosa sentimental de tudo aquilo. Mas o concreto, o real, o número de degraus da escada, a cara da senhoria, a significação terrena de tudo aquilo, desaparecera”.

O escritor e jornalista Patrick Santos, em sua “pausa”, nos mostra que devemos buscar evitar que as coisas simples desapareçam por entre os dedos e nossa vida seja sem sentido.

Repense, pense e busque uma pausa. Por mais breve que ela possa ser, pode te mostrar o sentido de sua vida.

Patrick e Raul nos alertou. Cabe a você desligar aquilo que te incomoda.

Parabéns pelo documentário, Patrick Santos.

Pausa: O intervalo do mundo, uma produção da Drover Filmes e Panflix. Assista e reflita:

Texto: Carlos Sílvio, radialista.

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Obras raras na Biblioteca do Paiaiá!

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Ouvinte…

O principal objetivo de fazer um programa é que ele chegue da melhor maneira possível ao ouvinte. Sem o ouvinte não há audiência, não há a busca por melhorias.

Temos que transmitir ao ouvinte entretenimento, cultura e informação confiável.

Ter ouvinte é fundamental, ter ouvinte que contribui com o programa é melhor ainda.

Um desses ouvintes especiais é Pedro Cardoso da Costa. Pedro Cardoso colabora culturalmente com esse programa e com um mundo melhor. Sua briga contra a “cultura da sujeira” é um exemplo disso.

Darlan Zurc, escritor e colunista do programa, é ouvinte atento a todos os detalhes.

João Camilo Cunha, um ouvinte especializado em literatura, está sempre participando do programa direto de Salvador, Bahia.

Antônio Mário (Tonho do Paiaiá), cidadão paiaiaense que reside também em Salvador, Bahia, é uma das pessoas mais inteligentes que conheço.

Quando eu (Carlos Sílvio) e Darlan Zurc estávamos conversando sobre o nome do quadro que este faria no programa, lembramos de Tonho do Paiaiá para nos ajudar a chegar a um nome. “Consulte Antônio Mário”, disse o escritor.

Entrei em contato com ele e, de bate-pronto, me respondeu: “Cultura é universal. Coloque o nome Cultura Conectada”.

Assim é o intelectual Antônio Mário. Além de um amigo, considero meu maior incentivador em tudo que faço.

Obrigado, mestre Tonho do Paiaiá, por toda a força e pelo carinho.

Tudo isso é dedicado a minha mãe. Minha força, minha referência. Ela, que todos os sábados, lá na Bahia, pedia para uma das netas ligar o aplicativo do celular, ao meio-dia, para ouvir o programa.

Maria Neuza, minha mãe, falecida aos 61 anos de idade, no dia 28/03/18, minha força. Te amo, mãe!

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Carlos Sílvio, apresentador do programa Paiaiá na Conectados.

(Foto: Imagem de Internet)

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