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Paiaiá na Concetados, ed. 106, Especial Zé Rodrix (03/11/18)

O programa Paiaiá na Conectados, edição 106, levou ao ar o Especial Zé Rodrix.
Uma homenagem ao saudoso Zé Rodrix.

Zé Rodrix, nome artístico de José Rodrigues Trindade (Rio de Janeiro, 25 de novembro de 1947 — São Paulo, 22 de maio de 2009), foi um compositor, multi-instrumentista, cantor, publicitário e escritor brasileiro.

Ainda sob o nome Zé Rodrigues, iniciou sua carreira musical no ensino médio, integrando, com colegas do Colégio de Aplicação da UFRJ David Tygel, Maurício Maestro (sob o nome Maurício Mendonça) e Ricardo Villas (sob o nome Ricardo Sá), o grupo vocal Momentoquatro. Estudou no Conservatório Brasileiro de Música, desenvolvendo a característica da multi-instrumentalidade: tocava piano, violão, acordeão, flauta, bateria, saxofone e trompete. Na década de 1970, participou da banda Som Imaginário, banda criada para acompanhar Milton Nascimento. Em 2001 reuniu-se novamente a Sá e Guarabyra, tendo seu show de estreia ocorrido no Rock in Rio III. Morreu em 22 de maio de 2009 (61 anos).

Clique no link e ouça o especial:

 

Paiaiá na Conectados, edição 105, com Osvaldinho da Cuíca(27/10/18)

Osvaldinho da Cuíca Osvaldo Barro, Sambista, ritmista, passista, cantor e compositor, Osvaldinho da Cuíca é o autêntico representante de uma arte popular que transita entre a tradição e a contemporaneidade. Paulistano de Bom Retiro, nasceu em pleno Carnaval de 1940, ao som da bateria do Cordão Campos Elíseos. Um dos maiores representantes do samba paulista, ao longo de sua carreira, atuou em programas de rádio, televisão, gravações, shows e festivais, tocando com grandes artistas brasileiros, como: Nelson Gonçalves, Ângela Maria, Adoniran Barbosa, Geraldo Filme, Germano Mathias, Ismael Silva… Conquistou do importante título de “Embaixador Nato do Samba Paulista”, concedido pela União das Escolas de Samba Paulistanas (UESP).Foi eleito o primeiro “Cidadão Samba de São Paulo”, em 1974, no concurso promovido pela secretaria de turismo da cidade. No mesmo ano, gravou seu disco de estréia como intérprete, produzido por Marcus Pereira.Fundou a Ala de Compositores da Escola de Samba Vai-Vai em(1975) , deu a agremiação a sua primeira estrela com o samba de sua autoria “Na Arca de Noel quem entrou não saiu mais” ganhando o primeiro carnaval da escola em 1978.Produziu os primeiros LP’s de Samba-Enredo das cidades São Paulo, Santos, Guaratinguetá e São Luís do Maranhão. Em 1978, atuou no curta-metragem produzido por Thomas Farkas, sobre a história da cuíca.Apresentou-se no Japão com o maestro Nelson Ayres (1985), realizou turnê com a Cia. de Franco Fontana, apresentando-se na Itália, França e Principado de Mônaco(1987), tocou nos EUA ao lado de Amilson Godoy e Hermeto Paschoal (1989) e, recentemente, participou como convidado especial do Amsterdã Samba Meeting, na Holanda(1999). Em 2009 e com o escritor e jornalista André Domingues escreveu o livro Batuqueiros da Paulicéia contando a história do samba e da música em São Paulo. Em 1989, participou de duas experiências sinfônicas: a montagem de “Matogrosso” de Gerald Thomas, no Teatro Municipal de São Paulo e um concerto com a Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo, no Memorial da América Latina. No início da década de 90, participou de uma série de projetos de valorização do samba e da música popular brasileira. Em 1997, intensifica suas pesquisas sobre a memória do samba paulista, participando do roteiro e filmagens de um documentário sobre o sambista Geraldo Filme. Através de uma parceria com o CPC-UMES realizou, em 1999, a produção do primeiro CD “A História do Samba Paulista – I”, escrevendo e dirigindo o espetáculo teatro-musical de mesmo nome, apresentado no Teatro Denoy de Oliveira, em São Paulo.

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Paiaiá na Conectados, ed., 104, com o escritor Sacolinha (20/10/18)

Ademiro Alves, conhecido como Sacolinha, nasceu na capital paulista em 1983. É graduado em Letras na Universidade de Mogi das Cruzes. É ativista cultural, fazz palestras sobre literatura e questão racial, desenvolve frequentemente eventos literários. É escritor, autor de romances e livros de contos, é responsável pela difusão da leitura em Suzano.

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Paiaiá na Conectados, ed. 103, Especial Flávia Wneceslau(13/10/18)

Flávia Wenceslau Vencedora de dois prêmios Caymmi de música (2007 e 2017), Flavia Wenceslau representa a força da música brasileira que sempre se renova. Paraibana radicada na Bahia, de alma universal, traz na bagagem três discos autorais: Saia de Retalho (2010), Quase Primavera (2007) e Agora (2005). Em mais de 20 anos de estrada na música, já conquistou fãs espalhados por todo o país, teve composição em trilha de novela e tem formado parcerias de destaque, chamando a atenção de grandes artistas.A originalidade da obra é o que vem chamando a atenção de grandes nomes como Maria Bethânia, que gravou a canção Silêncio, composta por Flavia, no DVD do show de 50 anos de carreira. A artista assina, ainda, parcerias com nomes como Chico César, Margareth Menezes e Marcos Lessa. Suas músicas têm sido gravadas por outros grandes intérpretes, como Mariene de Castro, Santanna, Waldonys e o Padre Fábio de Melo, que canta a canção Te Desejo Vida, um dos grandes hits de Flavia, muito compartilhado entre os fãs nas redes sociais.

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Paiaiá na Conectados, ed. 102, com Célia e Celma (06/10/18)

Célia e Celma: cantoras, compositoras, educadoras e atrizes mineiras, nascidas em Ubá, MG, terra de Ary Barroso.São filhas do fotógrafo e ex-músico Celidonio Mazzei.

Em 1987, gravaram o primeiro disco solo.
Em novembro de 1990, Celia & Celma interpretaram personagens também cantoras, Luminada e Luminosa, na novela Ana Raio e Zé Trovão, .

Em 2004, foi contracenar com o Ronald Golias no humorístico “Meu Cunhado”, do SBT, poucos meses antes do seu falecimento.

Elas já produziram, apresentaram e dirigiram seu próprio programa de TV, transmitido pelo Canal Rural de abril de 1998 a abril de 2007.

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