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Live de lançamento da obra “A fúria de papéis espalhados” (ed.231)

Lançamento virtual da obra “A fúria de papéis espalhados” (São Paulo: Scortecci, 1.ª edição, 2020, 176 páginas), que é uma coletânea de textos de não ficção — da área de Ciências Humanas e Filosofia — produzidos entre o final da década de 1990 e o ano 2004, quando Darlan Zurc atuava como crítico e era bastante influenciado pelo estilo ácido e enciclopédico do jornalista Paulo Francis (1930-1997), além de outros autores. A influência continua, mas ele deixou em segundo plano esse combate intelectual atroz. Os temas escolhidos na ocasião foram tratados com desembaraço e veemência — a exemplo dos artigos “Paulo Coelho vende mais porque é fresquinho” e “Três excrementos” —, mantendo o vigor ainda hoje. Parte do material saiu na mídia impressa. Outra parte foi produzida para a Internet. O restante circulou como panfleto no meio universitário ou é inédito. Entre os assuntos discutidos estão pós-modernismo, crítica, ideologia, cultura, modo de produção, mitologia (Prometeu), poesia, prosa, esquerda, direita, comunismo, socialismo, capitalismo, amor, universidade, etc. Entre os mencionados ou discutidos se encontram o próprio Paulo Coelho, Padre Vieira, Mariana Alcoforado, Karl Marx, Friedrich Engels, Max Weber, Thomas Hobbes, Jean-Jacques Rousseau, Ruy Barbosa, George Orwell, Cora Coralina, Hannah Arendt, Platão, Aristóteles, Ortega y Gasset, Vinicius de Moraes, Olavo de Carvalho e outros. Ademais, se até o apóstolo São João (séc. I d.C.) não esteve imune à fúria — nos escritos apocalípticos da “Bíblia” —, nenhum pobre mortal conseguirá ser mais do que ele. Zurc muito menos. *** Darlan Zurc é escritor, historiador, professor e quadrinista, formado em História e ex-bolsista de iniciação científica pela Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs), Bahia, com trabalho citado em mestrado de pesquisadora, autor de crônicas, poesias, histórias em quadrinhos e contos em várias antologias, um dos ganhadores do II Prêmio Literário Afeigraf 2020, colaborador das obras “Filosofia grega antiga” e “Feira de Santana e Ruy Barbosa” — ambas do professor Raimundo Gama — e ex-articulista freelancer da “Folha do Estado da Bahia”, do “Jornal Noite Dia”, da “Tribuna Feirense” (todos os três periódicos impressos também do município de Feira) e dos sites Agência Clesio.Net e Usina de Letras. Considerado pelo jornal “Folha de S. Paulo” como “muito crítico” e, segundo a rádio CBN paulistana, “ele escreve bonito”, foi editor assistente do jornal acadêmico “Ideação Magazine” — do Núcleo Interdisciplinar de Estudos e Pesquisas em Filosofia (NEF), da Uefs — e é diretor e roteirista do documentário “Fausto animado” (2019) e colunista cultural do programa online Paiaiá na Conectados, apresentado por Carlos Sílvio na Rádio Conectados, que pertence à Fundação Nossa Senhora Auxiliadora do Ipiranga (Funsai), em São Paulo (SP). *** Live transmitida simultaneamente pelo Instagram (https://www.instagram.com/cspaiaia) e pelo Facebook (https://www.facebook.com/darlanzurc) dia 7/4/2021, em Guarulhos (SP), com Carlos Sílvio, apresentador dos programas Paiaiá na Conectados (Rádio Conectados, da Funsai) e Paiaiá em Quarentena (Instagram). Pauta, produção, iluminação, fotografia e câmera: Carlos Sílvio.

LANÇAMENTO: A fúria de papéis espalhados, livro do escritor Darlan Zurc

Depois de uma longa gestação, quarta-feira (07/04/21), foi lançado A FÚRIA DE PAPÉIS ESPALHADOS (editora Scortecci) livro de Zurc.

Nascido no povoado da Melancia, Nova Soure, BA, Zurc sempre foi um exímio autor de bons textos. Mas, antes e tudo, um leitor de bons textos.

O leitor já se prenderá à leitura já na apresentação. Os agradecimentos são emocionantes e recheados de pontos históricos.Depois de participar de várias antologias, faltava a ele o seu livro. Seu filho. Ao leitor, faltava-lhes saciar a sede por uma obra rica, literalmente falando, do intelectual da Melancia .

Eu acompanhei de perto a gestação do livro. Ansioso, não foi poucas as vezes em que disse ao escritor da necessidade de ter seu livro na praça.

De perfeccionismo extremo, Zurc virou noites sem dormir para não deixar passar nada sem seu olhar apurado. “O livro está pronto, mas precisei mandar para a editora de novo, porque havia uma frase que faltava uma vírgula”, disse-me ele certo dia.

Segundo Zurc, ” tudo na vida é uma construção histórica. A verdade é apenas um instrumento ideológico e as bases materiais são a condição definidora da existência”.

O inquieto escritor nos mostra mais questionamentos do que respostas. Afinal, triste aquele que só busca respostas. Idolatrar a dúvida é uma dádiva

Ler Zurc é se deliciar com o que há de mais belo, em tempos escassos de grandes escritores.

O livro é cativante pela obra de arte da capa. O livro de Zurc é uma obra (realista) de arte.

Zurc é uma das pessoas mais inteligentes que conheço.

Tenho certeza que vai gostar do livro.

Já disponível na www.amazon.com.br 

Adquira o livro para você e para aquela pessoa que você gosta.

Em breve estará disponível no site do escritor: www.darlanzurc.com

Instagram do escritor: @darlanzurc  

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“Não se pode comparar Luiz Gonzaga com Michael Jackson”, diz Bill Hinchberger, jornalista americano

Direto de Paris (França), onde vive, o jornalista americano Bill Hinchberger, concedeu entrevista a Carlos Sílvio, do programa Paiaiá. Bill é enfático ao dizer que Luiz Gonzaga, o rei do baião, tem que “ser comparado a artistas como B. B. King e não Michael Jackson”. Hinchberger que também estudou Ciências Políticas na Universidade de Berkeley foi professor da Universidade de Sorbonne, já concluiu projetos jornalísticos em mais de 40 países. É editor e fundador do guia de viagens on-line BrazilMax.com. Confira a entrevista completa no link:

 

Bill Hinchberger | Paiaiá em Quarentena (ed.228)

Paiaiá em Quarentena, edição 228, 29/03/21, Carlos Sílvio entrevistou Bill Hinchberger. Hinchberger é jornalista, escritor, estudou Ciências Políticas na Universidade de Berkeley; professor da Universidade de Sorbonne, consultor de comunicações e educador com sede em Paris. Também conhecido por seu trabalho no Brasil e na América Latina; é correspondente Internacional, reportou na América Latina para o The Financial Times., mas ele já concluiu projetos em mais de 40 países. É editor e fundador do guia de viagens on-line BrazilMax.com.Co-autor do guia National Geographic Traveler.

Caio Infante | Paiaiá em Quarentena (ed.227)*

O programa Paiaiá em Quarentena, edição 227, 23/03/21, entrevistou Caio Infante. *O Instagram não salvou o vídeo, alegando em mensagem, que o vídeo ia contra as políticas da empresa. Infelizmente, uma boa entrevista que se perdeu. Caio Infante, vice-presidente regional (LATAM) da Radancy e um dos co-fundadores da Employer Branding Brasil. Acesse: www.radancy.com.br

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